ÚLTIMAS INFORMAÇÕES SOBRE CPI PARA INVESTIGAR O CASO BEATRIZ, SAIBA QUEM É CONTRA E QUEM É A FAVOR

O deputado estadual Romero Albuquerque (PP) decidiu que o episódio exige participação mais efetiva do legislativo estadual_


Caso Beatriz: Lucinha pede ajuda da população com informações


Mãe da garota Beatriz Angélica Mota, morta a facadas dentro de um colégio de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, em dezembro de 2015, Lucinha Mota gravou um vídeo para pedir que população colabore com informações sobre o principal suspeito do crime, o detento Marcelo da Silva.


"Ajudem a compartilhar esse vídeo, principalmente com pessoas que sejam de Trindade-PE ou regiões próximas", pede. A família de Beatriz está em busca de novas informações sobre conexões envolvendo Marcelo no Sertão do Araripe. Ele nasceu em Araripina e foi preso em flagrante por estupro em Trindade, em agosto de 2017. (Blog do Magno)


Deputado vai pedir CPI do Caso Beatriz


Após o Governo ter apontado Marcelo da Silva como assassino da menina Beatriz Angélica e o suspeito ter negado a autoria do crime através de uma carta divulgada pelo seu advogado, o deputado estadual Romero Albuquerque (PP) decidiu que o episódio exige participação mais efetiva do legislativo estadual. Ele anunciou que pedirá uma CPI para investigar o que, de fato, aconteceu em Petrolina naquela noite, há seis anos.


“Temos, em primeiro lugar, uma mãe e um pai que têm o direito de saber a verdade, toda a verdade. Temos a Polícia Civil, que precisa dar esclarecimentos a essa família e a toda sociedade. Se este homem, agora, diz que não é o autor do crime, mas a Secretaria de Defesa Social garantiu que, após seis anos, identificou o DNA do suspeito na arma do crime, alguém está faltando com a verdade”, disparou. "E a instituição não pode ser ridicularizada publicamente por um criminoso", completou.


O pedido será apresentado na volta das atividades da Assembleia Legislativa de Pernambuco e poderá levar a fundo as discussões sobre o caso, que levou seis anos para ter seu mistério desvendado. A resolução repentina foi alvo de críticas e até dúvidas da sociedade pernambucana. “Um assassinato brutal é sempre assunto de interesse público, ainda mais quando a vítima era uma criança. Confiamos na nossa Polícia, mas está claro que faltam respostas”, Romero concluiu. (Blog do Magno)


Caso Beatriz: “Quem não assinar a criação da CPI é cúmplice da impunidade”, diz Lucinha Mota


Lucinha Mota, mãe da menina Beatriz Angélica Mota, mostrou-se favorável à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para apurar o brutal assassinato de sua filha, ocorrido em dezembro de 2015 num tradicional colégio particular de Petrolina. A proposta, do deputado estadual Romero Albuquerque (PP), já tem 12 de 17 assinaturas necessárias para sua abertura.


A ideia da CPI surgiu depois que o provável assassino de Beatriz, Marcelo da Silva, o qual foi preso na semana passada, escreveu uma carta dizendo-se inocente e que teria sido pressionado a confessar o crime.


Eu e Sandro (Romilton) somos a favor da CPI e vamos lutar para que a CPI aconteça. Queremos saber quem escondeu o assassino de Beatriz todos esses anos, e por que esconderam. Porque o assassino de Beatriz já estava preso, cumprindo pena, e o DNA na faca do assassino, que poderia ter sido confrontado em 2018, 2019, por que não colocaram no banco (de dados)?”, indagou Lucinha.


Líder do governo na Alepe, o deputado estadual Isaltino Nascimento fez um apelo aos demais colegas para que não assinem o documento criando a CPI. Lucinha, no entanto, não deixou barato. “Os deputados que não assinarem essa CPI são cúmplices da impunidade, são cúmplices de crimes em Pernambuco”, desabafou. (Blog do Carlos Britto)


Líder do governo deputado Isaltino Nascimento pede a aliados que não assinem CPI para o caso Beatriz


O deputado estadual Isaltino Nascimento, do PSB, líder do governo Paulo Câmara na Alepe, fez nesta quinta um apelo e uma orientação à bancada de situação na casa para que não assinasse o pedido de CPI para investigar o caso Beatriz.

"O governo já fez o que era para ser feito, a pessoa responsável já foi presa, e a Justiça vai acompanhar. A sugestão então é não assinar e pode alegar que só assina se o líder do governo assinar", afirmou, na argumentação aos colegas deputados.


O documento pode ser protocolado em fevereiro, quando a casa retoma as atividades. Os organizadores informam que tem a assinatura de 12 parlamentares. Além de Romero Albuquerque e outros dois deputados governistas, quase toda a oposição aderiu à iniciativa.

Junto com os deputados Clarissa Tércio e Joel da Harpa, Albuquerque anunciou, na última terça-feira, a intenção de discutir o Caso Beatriz na Comissão Parlamentar de Inquérito. Até um site foi criado para incentivar a população a cobrar a participação dos parlamentares.


Através de áudios enviados ao deputado Romero Albuquerque (PP), Lucinha Mota, mãe da menina Beatriz, manifestou apoio à criação da CPI que investigará o assassinato de sua filha.


"A CPI pode esclarecer as nossas dúvidas. A gente sabe que Marcelo é o assassino de Beatriz, mas quem estava escondendo ele esses anos todos? Ele estava no banco de DNA desde 2018 ou 2019, então eles precisam responder. Quem tolera a impunidade, é cúmplice da criminalidade", diz Lucinha em trechos dos áudios.


Em um apelo direto aos parlamentares, Lucinha afirma categoricamente que "os que não assinarem estão sendo cúmplices de uma impunidade, ou seja, são autores também da impunidade. Vamos colocar à prova quem é a favor da vida, da justiça e da verdade", afirmou. (JC On line)


No momento, doze deputados já aderiram à criação da CPI do Caso Beatriz. O requerimento precisa de 17 assinaturas


O pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o Caso Beatriz já conta com a assinatura de 11 deputados estaduais. Para instaurar a chamada CPI do Caso Beatriz na Alepe são necessárias 17 assinaturas de parlamentares. Com a adesão da tucana Alessandra Vieira, de oposição, nesta quinta, o número subiu para 12 assinaturas. A grande maioria é formada por partidos de oposição, como PTB, Democratas, PSDB e PSC. No entanto, há dois nomes do PP, que pertence à base governista.


Como o Blog de Jamildo noticiou, o pedido de abertura da CPI do Caso Beatriz foi anunciado pelo deputado estadual Romero Albuquerque (PP). A ação acontece após o novo advogado do principal suspeito do assassinato da menina divulgar carta na qual seu cliente nega ter cometido o crime.


Se instaurada, a CPI do Caso Beatriz pode trazer novas repercussões sobre o processo de investigação, alvo de duras críticas por parte dos pais da menina, durante o ano de disputa eleitoral. A movimentação já suscita debate sobre politizar temas de repercussão midiática perto do pleito.


Romero, junto com Clarissa Tércio (PSC) e Joel da Harpa (PP), informaram que apresentarão o pedido da CPI no retorno das atividades na Casa, marcada para acontecer no próximo dia 01 de fevereiro. Enquanto isso, o grupo continua se movimentando e avalia ter garantido a assinatura dos principais oposicionistas. Apesar de 12 terem declarado apoio à abertura da CPI, eles já contam com apoio de 13 parlamentares.


A ideia, agora, é intensificar a ofensiva para convencer os parlamentares ainda em dúvida sobre a abertura da CPI. Para isso, foi criado um site no qual aponta-se quais deputados estaduais já declararam apoio à medida. A ferramenta pode pressionar os políticos, tendo em vista o apelo popular do Caso Beatriz.


"O país testemunhou reviravoltas e mudanças bruscas no caso Beatriz, que no meu entender são estranhas. E por acreditar que o nosso trabalho poderá agregar às investigações, por respostas e por Justiça, lutaremos para que essa CPI aconteça e tragas resultados positivos. É o mínimo que como parlamentares podemos fazer para garantir a mãe e a família, aquilo que o estado se eximiu de fazer", comentou Clarissa Tércio. (JC On line)

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