Outro deputado estadual tem carro oficial confiscado pela justiça nesta sexta-feira (3), na Alepe


Ao menos dois deputados estaduais ficaram sem carro oficial, nesta quarta-feira, quando oficiais de Justiça foram ao prédio para Assembleia Legislativa do Estado com ordens para apreender veículos de uma prestadora de serviço, por suposta falta de pagamento a uma empresa que havia sido sublocada para a realização do serviço.


O líder da Oposição, Antônio Coelho, foi um dos que usavam carro da locadora e ficou sem carro. Outro parlamentar foi o deputado estadual Guilherme Uchoa Júnior. Até parlamentares que usavam carros particulares foram abordados. O episódio gerou constrangimento e transbordou em críticas no grupo privado dos parlamentares. A presidência da Alepe foi contactada, mas disse que o problema era da primeira-secretaria.

A assessoria da primeira-secretaria informou que não foi informada oficialmente de nada e que por isto não sabia explicar o que aconteceu. (Fonte: Blog de Jamildo)


NA SEXTA (3), MAIS UM DEPUTADO FICOU SEM CARRO


Nesta sexta-feira, 3 de dezembro, o deputado Rogério Leão (PL) também teve seu carro oficial confisco, ao chegar para trabalhar na Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). De acordo com informações do líder da Oposição, que foram repassadas em um grupo interno, informou que existem 17 carros da mesma locadora que podem ser tomados de volta, por conta de suposta falta de pagamento. Antônio Coelho (DEM) também teve o veículo confiscado na quarta-feira, 2 de dezembro.


A locadora que serve aos parlamentares é subcontratada. O deputado Guilherme Uchoa Júnior (PSC), também ficou sem carro oficial, na quarta-feira. Segundo informações apuradas pelo site, oficiais de Justiça foram ao prédio da Alepe com ordens para apreender veículos de uma locadora, que por sua vez sublocada de uma prestadora de serviço da casa.


“O dono da locadora, sem receber da Alepe, deixa de pagar à empresa sublocada. A empresa sublocada, sem receber também, deixa de pagar os carros. Ai vem o banco e pede à Justiça para reaver os bens. Por tabela, o constrangimento recai sobre os parlamentares”, explicou um parlamentar em sigilo.


Ao ser procurada pela imprensa, a presidência da Alepe afirmou que o contrato é de responsabilidade da primeira secretaria, que por sua vez, garantiu não ter sido informada oficialmente sobre o assunto e por isso não saberia explicar o que aconteceu. (Portal da Prefeitura).

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